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Curso
de Extensão: Teoria
do Apego e Psicoterapia
| Devido
às solicitações
de profissionais que residem em
outros estados, este curso terá
periodicidade mensal |
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A
Teoria do Apego foi desenvolvida por John
Bowlby e Mary Ainsworth na década de
1950, com base em observações
clínicas de crianças que viviam
situações de separação
e perda de figuras parentais e/ou cuidadores.
Esta abordagem foi uma contribuição
fundamental para o trabalho clínico
com crianças e famílias, possibilitando
a intervenção preventiva primária,
secundária e terciária. Na Europa
e Estados Unidos é uma teoria já
consolidada e em expansão e muito utilizada
na clínica e na investigação
acadêmica. No Brasil, o 4 Estações
conta com pesquisadores e clínicos
especializados nesta abordagem que sistematizaram
seu conhecimento teórico e prático
neste novo curso, formulado a partir de inúmeros
pedidos de seus alunos e colaboradores. Trata-se
de uma reflexão acerca de uma abordagem
téoria extremamente útil para
a Psicologia nos tempos atuais.
Objetivos:
Oferecer subsídios
teóricos para a reflexão clínica
a partir da Teoria do Apego.
Método: Aulas
expositivas e discussão de casos clínicos.
Serão solicitadas leituras de textos
básicos e específicos sobre
o tema nos intervalos entre as aulas ao longo
do curso.
Público Alvo: Psicólogos
e alunos de Psicologia de 4º e 5º
anos.
Duração:
80 horas, às sextas-feiras,
das 8:30 às 17:30 h, com periodicidade
mensal.
Inscrições:
abertas até o dia 04/03/2009,
com Lúcia. (tel: 3891-2576). Enviar
curriculum-vitae, foto 3X4 e cópia
de registro no respectivo órgão
de classe, por correio eletrônico (secretaria@4estacoes.com)
ou correio convencional (R. Caçapava,
130 - Jardim Paulista - São Paulo -
SP, cep: 01408-010). Mais informações
no site do 4 Estações. |
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Palestra
“Perguntas sem resposta para entender
meu luto”
Dia
9 de março, às 20h, o 4 Estações
Instituto de Psicologia dará início
a uma série de palestras para pessoas
que viveram a perda de alguém significativo
nos dois últimos anos. As palestras
serão voltadas para pessoas enlutadas,
profissionais das áreas de Saúde
e Educação. A primeira palestra
terá como tema: "Perguntas sem
resposta para entender meu luto", e será
proferida por Gabriela Casellato. Vagas limitadas. |
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Curso
de Psicologia em Emergências - Módulo
2
Dias
26/06 (tarde),
27/6 (manhã e tarde) e 28/6 (manhã).
Pré-requisito: Módulo 1. Inscreva-se
logo, e garanta sua vaga! |
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CUIDADO
PALIATIVO
Publicação do Conselho
Regional de Medicina do Estado de São
Paulo, realizada pelo Grupo de Trabalho
sobre Cuidados Paliativos do CREMESP,
sob a coordenação do Dr.
Reinaldo Ayer de Oliveira. São
Paulo, 2008. 689 p.
Este livro é o resultado da dedicação
de profissionais de diferentes áreas
e com vasta experiência no cuidado
especializado ao paciente que se encontra
em uma situação crítica
da vida, para a qual não há
expectativa de cura. Esses
profissionais se reuniram quinzenalmente
a partir de dezembro de 2005, quando
foi instituído o Grupo de Trabalho
sobre Cuidados Paliativos do CREMESP,
com o intuito de apresentar e discutir
assuntos relacionados aos Cuidados Paliativos
para a elaboração de um
manual.
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Com
o andamento dos trabalhos, porém, o grupo
mostrou-se amadurecido o suficiente para dar
outra forma à sua produção
e dela nasceu este livro. Ele ressalta a importância
da multidisciplinaridade e da interdisciplinaridade,
dando voz a áreas como Fisioterapia,
Enfermagem, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional,
Serviço Social, Psicologia, Farmácia,
Nutrição, Odontologia, Assistência
Espiritual. Apresenta modelos de assistência,
seja esta prestada em hospedaria, ambulatório,
enfermaria ou em domicílio. Particulariza
posturas e ações em áreas
como Pediatria, período neonatal, pacientes
com HIV/AIDS e na UTI. Outros temas como controle
de sintomas, espiritualidade, morte e luto também
são aprofundados, bem como aspectos contextuais
da bioética, educação,
direitos do paciente.
Para
os profissionais interessados em obter conhecimentos
atualizados, desenvolvidos por profissionais
muitos deles relacionados a instituições
de pesquisa, a par com uma experiência
clínica, este é o livro a ser
consultado. Foi escrito ao mesmo tempo com o
rigor metodológico para ser uma publicação
respeitável na área, voltado à
qualidade de vida do paciente, seus familiares
e amigos, dando também espaço
para que, democraticamente, diferentes visões
sejam conhecidas. |
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| Tradução
e validação do Texas Inventory
of Grief (TRIG): Aplicação em
pais enlutados pela perda de um filho por câncer
pediátrico.
Sofrer
a perda de uma pessoa significativa é
um evento estressante que permanece para sempre
na vida das pessoas. A perda de um filho é
um acontecimento trágico e ilógico
para os pais. Muitas variáveis individuais
estão envolvidas e influenciando o processo
de morte e do luto. A adaptação
transcultural de um instrumento de medida de
luto para o português torna-se um aspecto
de grande relevância. Este estudo teve
como objetivos: Traduzir e adaptar culturalmente
o questionário Texas Revised Inventory
of Grief (TRIG) para a língua portuguesa
e validar o questionário TRIG na língua
portuguesa.
Foi realizado um estudo descritivo, de corte
transversal. A casuística foi composta
por pais cujos filhos com diagnóstico
de câncer faleceram no período
entre 2000 e 2002. Dentre 118 pais enlutados
elegíveis para participar do estudo,
nossa casuística foi composta de 15 participantes.
O estudo foi desenvolvido em duas fases: 1.
tradução e adaptação
transcultural do Texas Revised Inventory of
Grief (TRIG) para a língua portuguesa
e; 2. estudo transversal para avaliação
do questionário.
Utilizou-se o IDATE-E para verificar a validade
concorrente dos escores. O TRIG foi traduzido
e revisado por um painel de juízes, verificando-se
que os itens que compõem o instrumento
original representam adequadamente as dimensões
no contexto cultural brasileiro. Os coeficientes
Alfa de Cronbach calculados para os oitos itens
da Parte I e para os treze da Parte II do TRIG
adaptado, foram de 0,787 e 0,879 respectivamente,
mostrando que a consistência interna foi
boa para este estudo. Na validação
discriminante, a comparação das
médias das escalas da Parte III do TRIG
e, também, em relação ao
tipo de morte demonstrou que os familiares que
referiram ser verdadeira a afirmação
de que “fazem as coisas tão bem
quanto antes da morte da pessoa”, apresentaram
médias menores na Parte II do TRIG, com
valores 47,4 e 55,4 (p=0,040) e próximo
à significância estatística
na Parte I, com médias de 23,0 e 31,0
(p=0,072). A avaliação da validade
concorrente demonstrou que não houve
correlação estatisticamente significativa
entre o IDATE-E e a parte I do TRIG (r=0,15;
p=0,615), ou entre o IDATE-E e a parte II do
TRIG (r=0,13; p=0,648). Também não
se obteve correlação estatisticamente
significativa entre a Parte I do TRIG e o tempo
de morte (r= -0,13; p= 0,635) e entre a Parte
II do TRIG e o tempos de morte (r= -0,03; p=
0,917). A tradução e a adaptação
cultural do TRIG foram realizadas com sucesso
e confirmou-se que o TRIG é um instrumento
que foi capaz de discriminar os sentimentos
e ações do enlutado nos momentos
próximos ao falecimento e no momento
presente. Este conhecimento é fundamental
para compreendermos melhor os pais em situações
de luto. Não somos capazes de impedir
a morte ou trazermos a pessoa amada de volta,
mas podemos ajudar as famílias a lutar
para enfrentar os desafios adaptativos do processo
de luto, na tentativa de reduzir riscos de morbidade
física e psicológica, de fortalecer
vínculos, de reestruturar percepções
negativas, enfim de ajudar os pais a se ajustarem
e a encontrarem um sentido para a vida e para
a morte. |
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CONVERSANDO
SOBRE O CÂNCER
O
Portal Oncoguia e a Rádio Mundial estabeleceram
uma parceria, e o resultado é um programa
informativo sobre o câncer, apresentado
pela psico-oncologista e diretora do portal
Oncoguia, Dra. Luciana Holtz. O programa vai
ao ar todas as segundas-feiras, às 15h,
em FM 95.7 ou AM 660. Fique sabendo das novidades
na área, entrevistas com profissionais
da saúde e medidas de prevenção
ao câncer. Confira! Mais informações
no site: www.oncoguia.com.br |
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